QUAL A DIFERENÇA ENTRE PRIVATE EQUITY E VENTURE CAPITAL?

Private Equity e Venture Capital se tratam de termos relativamente novos para brasileiros que buscam alocar seu capital, principalmente considerando os investidores individuais.

São modalidades de investimento bastante populares em grandes economias, como  nos Estados Unidos – país onde os super ricos alocam 25% de seus recursos em investimentos privados.

 Investindo em empresas privadas

Importante salientar que as duas modalidades de investimento se referem à injeção de capital em empresas privadas, e não em empresas de capital aberto. Portanto, uma vez que o Private Equity e o Venture Capital se relacionam com compra e venda de ações de empresas privadas, os mesmos se diferem em relação aos ativos negociados na bolsa de valores.

  • Private Equity

O Private Equity é um tipo de investimento no qual pessoas físicas e/ou jurídicas buscam investir diretamente seus recursos em empresas de capital fechado. Assim, diferentemente da negociação de ações de empresas que possuem capital aberto, os investidores de Private Equity se tornam sócios diretos das empresas nas quais investem, participando ativamente de seu progresso.

Os aportes são feitos em empresas que já possuem um certo nível de maturidade e que estão em fase de desenvolvimento, em pleno processo de consolidação.

Geralmente, o objetivo desse investimento é fazer a empresa crescer ainda mais, provendo o auxílio necessário para apoiar sua expansão no mercado, até chegar ao momento de realmente abrirem capital na bolsa de valores.

  • Venture Capital

 Também chamado de Capital Venture, Capital de Risco, Capital Empreendedor, Capital de Investimento ou ainda como Capital de Ventura, o Venture Capital se refere ao investimento feito em empresas ainda no estágio inicial de atividade.

Os fundos denominados de Venture Capital possuem um foco maior em empresas de tamanho pequeno e médio, com grande potencial de crescimento e em fase inicial no mercado em que atuam.

Muitas vezes o recurso oriundo do Venture Capital é o primeiro aporte externo que a empresa está captando. Fundos de Venture Capital também têm a característica de investir em startups de tecnologia mais proeminente.

Riscos de investimento

Sempre que falamos em investimento, devemos considerar seus riscos para analisar se estamos dispostos a realmente encara-los.

Podemos classificar da seguinte forma os riscos envolvidos no Private Equity e no Venture Capital:

  •  Private Equity

Há uma máxima no mercado de investimentos que é: quanto maior o risco, maior a rentabilidade. Alocações em Private Equity são consideradas como um investimento de risco moderado a alto, uma vez que, para capital crescer, ele depende diretamente do desempenho da empresa no mercado após ter recebido a injeção de capital.

Mas é uma modalidade que está crescendo vertiginosamente pelo fato de ter bons filtros de seleção na escolha das empresas a serem contempladas com os recursos.

Por se tratar de um capital que será investido em empresas já atuantes no mercado e com um bom volume de faturamento, esse risco é mensurado da forma mais próxima possível da realidade.

  • Venture Capital

Alto risco e alto retorno. Essa é uma forma bem simples e direta de falar sobre o risco do Venture Capital. Ele não é chamado de Capital de Risco sem uma justificativa.

 Venture Capital é investimento em uma promessa. Imagine um jogador de futebol nas categorias de base bem iniciais do seu time, mas que já se destaca ao ser observado. Rapidamente, desenham-se cenários de um futuro brilhante para ele. Podemos comparar o riscado Venture Capital ao risco de se investir nesse atleta. É bem provável que ele tenha uma carreira milionária o aguardando, mas ainda é cedo demais para se ter certeza disso.

 Por outro lado, se alguém decidir aceitar o risco e investir no atleta, e os resultados ocorrerem conforme o planejado, o mesmo colherá excelentes resultados.

 Vantagens de investir

Dentre as vantagens das duas modalidades de investimento, destacamos:

  • Private Equity  
  1. Retorno superior a investimentos tradicionais;
  2. Retorno superior a investimentos em ações;
  3. Alto retorno em longo prazo;
  4. Possibilidade de participar ativamente nas decisões e estratégias das empresas investidas;
  5. Maior acesso às informações internas das empresas;
  6. Maior engajamento do investidor com a marca;
  7. Diversificação da carteira de investimentos;
  8. Ser sócio da empresa com poder de decisão;
  9. Investimento na economia real, contribuindo com a geração de empregos;
  10. Investimento em empresas que já possuem um histórico, e, portanto, que oferecem maior previsibilidade. 
  • Venture Capital
  1. Retorno superior a investimentos tradicionais;
  2. Retorno superior a investimentos em ações;
  3. Retorno superior ao Private Equity (por ter um risco mais elevado);
  4. Possibilidade de acompanhar todo o amadurecimento das empresas investidas;
  5. Possibilidade de participar ativamente nas decisões e estratégias das empresas investidas;
  6. Maior acesso às informações internas das empresas;
  7. Maior engajamento do investidor com a marca;
  8. Diversificação da carteira de investimentos;
  9. Ser sócio da empresa com poder de decisão; 

Como investir

  • Private Equity

O modelo de carteira administrada adotada pela DXA Invest permite que o individuo monte seu próprio portfólio, selecionando quais das oportunidades – entre as que passaram pelo exigente crivo da gestora – possui mais fit com aquilo que procura em um investimento. A empresa, que possui mais de 1 bilhão de reais em ativos sob gestão, é a primeira gestora de Private Equity fintech do Brasil. Assim, a partir do uso da tecnologia, a DXA é capaz de desburocratizar e democratizar o acesso ao Private Equity, permitindo que os indivíduos realizem aportes em negócios privados com valores muito menores do que os convencionais exigidos pela indústria.

Para investir, basta entrar no site ou baixar o app da DXA. O investidor não precisa sequer sair de casa para investir e acompanhar seu investimento. 

  • Venture Capital

Pode ser feito através de crowdfunding(financiamento coletivo), uma forma de investimento coletivo que vem crescendo muito no país. A modalidade é regulamentada pela CVM desde 2017. Além disso, o investimento pode ser feito através de Fip´s (Fundos de Investimento em Participações).

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