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Venture capital: entenda o que é e como funciona esse investimento

O venture capital foca em companhias inovadoras, normalmente voltadas para tecnologia, mas que ainda estão na fase inicial de estruturação.

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O venture capital no Brasil alcançou novos níveis de relevância, com startups recebendo grandes aportes, em diversos setores diferentes. 

Por que é importante: cada vez mais conhecido entre os investimentos alternativos e privados, o venture capital pode seguir em ascensão, apostando em startups que investem pesado quando o assunto é inovação e tecnologia. 

Acompanhe os seguintes temas neste blog:

  1. Como funciona, o que é e como investir em venture capital? 
  2. Venture capital no Brasil
  3. Startups e mercado de privados 
  4. A contribuição para o empreendedorismo
  5. Quais os riscos de investir em venture capital?
  • Como funciona, o que é e como investir em venture capital? 

Algumas pessoas que começaram a se interessar mais pelos investimentos privados recentemente, ainda não entendem muito bem a diferença entre venture capital e private equity

Panorama geral: enquanto o private equity mira empresas maiores, com alguma consolidação em seu setor de atuação, o venture capital foca em companhias inovadoras, normalmente voltadas para tecnologia, mas que ainda estão na fase inicial de estruturação. 

  • De forma resumida, o venture capital se concentra mais na identificação de novas oportunidades de negócios e no potencial de crescimento futuro das mesmas. 

Os dados: nos seis primeiros meses de 2023, as startups brasileiras captaram US$ 778,1 milhões

  • Os ativos sob gestão no mercado de private equity e venture capital devem somar US$11,12 trilhões até 2026, apurou a Preqin, consultoria britânica. 
  • Isso reforça o aumento do interesse pelo venture capital – e outros investimentos privados –, principalmente pelo fato de oferecer retornos maiores e mais estáveis comparados à bolsa de valores, por exemplo.

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  • Venture capital no Brasil

Em detalhes: o objetivo do venture capital vai além de simplesmente fornecer financiamento a essas empresas; ele busca também oferecer suporte estratégico e contribuir para a criação de valor. 

  • Esse investimento pode ocorrer por meio de fundos ou de maneira direta.

O panorama do venture capital no Brasil tem tido uma reviravolta significativa, especialmente através do impulsionamento de setores como o e-commerce, a saúde e, sobretudo, o mercado financeiro. 

  • Iniciativas como o open finance e open banking têm desempenhado um papel crucial no fortalecimento da inovação no setor.

Sobre o Nubank: em um cenário onde até recentemente cinco grandes instituições bancárias dominavam cerca de 80% do mercado, esse banco digital revolucionou o mercado.

  • Isso por conta da adoção da desburocratização, digitalização e democratização do sistema bancário, resultando na inclusão financeira de milhares de pessoas.

O que temos visto: no ano de 2023, o Nubank já registrou mais de 90 milhões de clientes, representando um aumento de aproximadamente quatro vezes em relação a 2020. 

  • Alcançou a posição de quarto maior em número de clientes no Brasil, ultrapassando até mesmo algumas instituições bancárias tradicionais.

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Perspectiva geral: mas por que as fintechs têm sido tão importantes no mercado financeiro do Brasil? Se pararmos para pensar, as ferramentas que elas oferecem a ele conseguem automatizar processos, reduzir custos e melhorar a experiência do usuário. 

  • É notável a forma como elas revolucionaram as transações financeiras e ajudaram na gestão financeira de clientes, inovando com soluções mais acessíveis e convenientes no dia a dia das pessoas. 
  • Startups e mercado de privados 

As startups – e seu potencial tecnológico – constituem um pilar fundamental para fomentar a inovação, acelerar o avanço econômico e a geração de soluções disruptivas, com suporte do venture capital

  • Principalmente em segmentos onde os obstáculos se mostram mais proeminentes, como é o caso do setor financeiro.
  • Startups que atendem a essas necessidades – principalmente em países emergentes – estão bem posicionadas para crescer rapidamente.

Com a transformação digital consolidada em todo o mundo, startups conseguiram criar tecnologias disruptivas que solucionam desafios em diversos setores, incluindo finanças, saúde, agronegócio e outros.

Região promissora: a América Latina vem se destacando como um polo de inovação relevante por conta de alguns motivos.

  • A região possui desafios significativos e ineficiências que precisam ser resolvidas.
  • Algumas preocupações dos consumidores desses países, muitas vezes, são mais urgentes do que em nações desenvolvidas.

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  • A contribuição para o empreendedorismo

O crescimento econômico do país é fortemente influenciado pelo venture capital. Esse ativo privado não apenas estimula a inovação, mas também contribui para a criação de empregos e o desenvolvimento de novas companhias. 

Dando o zoom: ao injetar recursos nas empresas em estágios iniciais, o venture capital proporciona o suporte financeiro essencial para alavancar o progresso dessas startups.

  • Esses investimentos frequentemente são destinados a financiar pesquisas, permitindo que as empresas apresentem novas soluções ao mercado. 

Com acesso ao capital, essas empresas podem recrutar talentos, adquirir recursos e expandir suas operações, otimizando o ciclo econômico como um todo e gerando impactos positivos em diversas áreas.

  • Quais os riscos de investir em venture capital?

A falta de liquidez, dependendo dos objetivos do investidor, pode “prender” o capital por vários anos, por conta dos prazos mais longos. 

  • O investidor precisa estar ciente de que o dinheiro investido não deve ser resgatado antes do vencimento estipulado.
  • As startups, devido às incertezas do mercado, podem enfrentar obstáculos ao longo de seu crescimento ou até mesmo encerrar suas atividades. 

É fundamental destacar que investir nesse tipo de empreendimento exige um conhecimento aprofundado do mercado, o que pode representar um desafio para investidores menos experientes. 

Moral da história: é importante analisar cuidadosamente os riscos e benefícios de inserir um ativo privado no portfólio.

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Publicado por Equipe DXA Invest.

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