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Private equity: o que é e como funciona esse investimento privado?

O private equity tem o objetivo de injetar capital e participar da evolução de empresas mais maduras, já consolidadas no mercado.

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O private equity vem se firmando como uma das formas mais atraentes de investimento privado aos que procuram alta rentabilidade e crescimento no longo prazo. 

Por que é importante: quando o private equity é inserido em um portfólio – além de outros ativos mais tradicionais, como ações, fundos e renda fixa –, é possível reduzir o risco geral da carteira, por ter uma gestão de riscos otimizada.

O que você vai aprender sobre private equity

  1. O que é private equity e como investir em private equity? 
  2. Qual a diferença entre private equity e venture capital?
  3. Investimentos alternativos e tradicionais
  4. Private equity e venture capital para assessores
  5. Private equity e diversificação de carteira
  • O que é e como investir em private equity? 

Panorama geral: é um tipo de investimento do mercado de privados, ou seja,  um ativo negociado fora da bolsa de valores.  

  • O private equity se encontra na classe dos investimentos alternativos, assim como venture capital, operações de energia, operações agropecuárias, fundos de hedge, equity crowdfunding, colecionáveis (arte, vinhos e carros), entre outros.

Os números: segundo dados da Cambridge Associates, esse mercado supera a bolsa americana há mais de 20 anos, rendendo 3x mais que o S&P 500. 

Interessados em investir em private equity tem o objetivo de participar da evolução de empresas maiores e já consolidadas no mercado.

  • Elas estão inseridas em setores da economia real, em indústrias mais tradicionais, com um bom potencial de crescimento no médio/longo prazo. 

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  • Como investir em private equity? 

As formas mais tradicionais de se investir em private equity e venture capital é através de um fundo de investimento em participações (FIPs) ou de forma direta. 

  • No caso da DXA, é possível investir diretamente em uma empresa privada com uma carteira administrada, aproveitando benefícios como transparência, liquidez e acessibilidade. 
  • Vale lembrar que os investidores também contam com uma estratégia de diversificação customizada pela gestora, em diferentes mercados e teses, para cada perfil de investidor. 

Em pleno 2023, com as diversas evoluções tecnológicas das últimas décadas, o mundo dos investimentos segue em uma fase crescente de democratização

  • Como consequência, investir em private equity ficou mais simples e acessível a investidores com patrimônios mais baixos. Anteriormente, apenas os super ricos conseguiam ter acesso a esse mercado. 

Dando o zoom: uma pesquisa do Bank of America apurou que os investidores de alto padrão já alocam 50% da sua carteira em ativos alternativos e os ricos contam com aproximadamente 30%. 

  • O investidor de varejo, por sua vez, possui em média apenas 5% de seu capital nessa modalidade, o que demonstra uma diferença gritante quando comparado aos investidores com maior capital. 

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  • Qual a diferença entre private equity e venture capital?

O private equity e venture capital são bem similares. Eles são diferenciados pelo nível de maturidade.

  • O primeiro é voltado para empresas maiores, com uma certa consolidação no mercado.

Os dados: os aportes em private equity e venture capital cresceram 28%, entre abril e junho, em relação aos três meses anteriores, de R$ 3,5 bilhões para R$ 4,5 bilhões, segundo relatório da ABVCAP. 

Em detalhes: o private equity geralmente faz uma avaliação mais detalhada da situação financeira da empresa, uma vez que a mesma já possui um histórico, enquanto o venture capital se concentra mais na identificação de novas oportunidades de negócios e no potencial de crescimento exponencial no futuro. 

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  • Investimentos alternativos vs tradicionais

Como citado no início deste blog, o private equity é um investimento alternativo. O investidor financia ou se torna sócio de projetos específicos do mercado privado

Com mais exclusividade, os investimentos alternativos abrangem diferentes oportunidades, que não estão disponíveis no mercado de capitais convencional.

As estatísticas não mentem: de acordo com a consultoria britânica Preqin, os ativos sob gestão no mercado de private equity e venture capital devem somar US$11,12 trilhões até 2026. 

É possível identificar um aumento exponencial nesses tipos de investimentos entre os brasileiros que buscam retornos maiores e mais estáveis comparados aos tradicionais, como a bolsa de valores, por exemplo. 

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Ativos tradicionais se conectam diretamente às possíveis especulações de mercado e estão expostos a volatilidades de curto prazo. 

  • Já os investimentos alternativos, por sua vez, passam longe das categorias tradicionais com as quais o investidor de varejo já é familiarizado. 

Com eles, o risco de exposição à volatilidade do mercado de ações é reduzido e, em paralelo, há um potencial de retorno mais elevado.

  • Private equity e venture capital para assessores

Importantes atores na disseminação do dos investimentos em geral, os assessores de investimento também têm papel relevante no mercado de privados, em ativos como private equity e venture capital, por exemplo. 

  • É importante que esses profissionais se aproximem de categorias de investimento alternativas, como private equity, venture capital, real estate, recursos naturais, entre outros.

Em perspectiva: existem muitas nuances dentro dessas classificações. Por exemplo, no âmbito dos ativos privados, o private equity geralmente apresenta menos riscos em comparação ao venture capital

  • Além disso, entre os diversos fundos disponíveis em cada categoria, há variações que, quando compreendidas devidamente pelo assessor de investimentos, podem melhorar significativamente o perfil de risco-retorno de uma carteira.

O que vem por aí: embora atualmente os privados não sejam acessíveis à maioria dos investidores, há uma tendência de redução dos investimentos iniciais mínimos e uma maior inclusão de clientes. 

  • Isso pode resultar em uma crescente demanda por assessores que possuam conhecimento neste mercado em evolução.
  • Private equity e diversificação de carteira

Em momentos de crise, ter uma carteira diversificada é indispensável, pois diminui os riscos de grandes prejuízos na carteira, entregando mais tranquilidade e segurança ao investidor.

  • Se for acrescentado entre 15% e 20% de private equity ou outro ativo privado em um portfólio, o mesmo fica mais protegido das quedas e/ou oscilações do mercado tradicional, pela baixa volatilidade que esse mercado entrega.

Usando essa estratégia – de investimentos alternativos e privados –, a diversificação do fundo da Universidade de Yale alcançou resultados históricos ao longo das últimas décadas. 

  • Esses investimentos oferecem uma maior taxa de retorno no longo prazo, principalmente pelo fato de obter ganhos substanciais em empresas privadas. 

Confira mais detalhes no gráfico a seguir: 

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Publicado por Equipe DXA Invest.

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